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NAVEGAÇÃO MAZ
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MANIFESTO

Take good chances.

01 · Abertura

Há decisões que se toma uma vez por geração.

Usar IA é uma delas. Não nos referimos a usar o app do ChatGPT — qualquer um faz isso. Nos referimos a tratar a inteligência artificial pelo que ela é: uma nova camada de infraestrutura sobre a qual empresas vão consolidar a adoção nos próximos cinco a quinze anos. Como a eletricidade entre 1880 e 1920. Como a internet entre 1995 e 2010.

Mudança de regime, não de ferramenta.

Quem entende esse momento tem a oportunidade de tomar boas chances no momento certo, assim como nos outros marcos do passado. Quem não entende, é fadado a observar seu negócio ser levado pela correnteza.

02 · Assimetria

A assimetria na próxima década

Hoje, no Brasil, há uma divisão nos negócios muito clara.

Empresas grandes têm dinheiro para contratar quem entende, times inteiros de engenheiros, pesquisadores e consultorias internacionais. Conseguem montar equipes, comprar acesso antecipado, acompanhar a fronteira semana a semana. Vão construir suas camadas de IA com o melhor que existir.

No Brasil, a realidade da maioria das empresas não é essa. Não por falta de vontade, e nem sempre por falta de recursos. Por falta de acesso a quem entende. O profissional que sabe construir e operar uma camada de IA sob um negócio custa hoje o salário de big tech e escolhe onde trabalhar. A consultoria que entende cobra preço de grandes corporações. A agência que afirma entender vende, na maioria dos casos, ferramenta de prateleira que envelhece em três meses.

O resultado é previsível. Em três anos, vai existir uma fatia gigante de negócios brasileiros como clínicas, restaurantes, escritórios, escolas, indústrias médias; competindo com versões de si mesmos que adotaram IA cedo. Algumas vão sobreviver. Muitas não.

A Maz existe porque decidimos não ser meros observadores nesse processo. Podemos alterar o jogo.

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mídia pendente

Assimetria brasileira — figura editorial sobre acesso desigual à IA.

03 · Crenças

O que acreditamos

01

IA é camada, não ferramenta.

Empresa não compra "uma IA". Empresa precisa de agentes, integrações, modelos e processos rodando juntos, evoluindo conforme o estado da arte muda.

02

A fronteira muda toda semana.

Modelo novo, agente novo, framework novo. Quem opera uma camada precisa estar profissionalmente dentro disso, não como hobby.

03

Compromisso prévio com vendor é venda.

Cada caso pede a melhor ferramenta disponível naquele momento. Quem se compromete antes está vendendo solução, não inteligência.

04

Pagamos com a operação.

Documento entregue não tem skin in the game. Se a solução para de funcionar, a Maz para de ser paga. Esse alinhamento é deliberado.

04 · Operação

Como trabalhamos

Três passos. Sempre.

  1. 01 Diagnóstico.

    Mapeamos processos, conversamos com quem opera e identificamos onde a IA gera resultado alto por esforço baixo.

  2. 02 Construção.

    Desenhamos e implementamos a solução com as melhores ferramentas disponíveis naquele momento. Documentamos e treinamos.

  3. 03 Operação.

    Mantemos rodando, atualizamos quando o estado da arte muda e evoluímos conforme o negócio cresce.

05 · Identidade

Quem somos

Dois sócios. Formação em economia. A Maz é o que estamos construindo agora — não estamos esperando ter "experiência" para começar. Estamos no ringue desde já, com método, convicção e a obrigação de continuar funcionando para continuar sendo pagos.

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Quem somos — mídia editorial pendente. Fundadores / São Paulo / Insper.

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CTA de fechamento do Manifesto — Take good chances + convite para conversa.